Sou finito
A vida que vivo é de frio,
Constante e forte este é infinito.
Meus olhos são vazios,
Meus pensamentos raquíticos
Os neurônios que me comandam são doentes,
Minha existência é fétida, deprimente.
Sou finito, não tenho alma.
Sou vazio não conheço o sorriso
A hipocrisia me governa.
A sociedade é a minha mais valiosa célula,
Deposito nela o fantasma que sou.
Homem imundo, insano
Amargo, o inferno é meu castigo.
O veneno corre em minhas veias e
O coração é uma víscera podre
Sem batida.
Meu nome não se justifica
Minha guerra está perdida.
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