domingo, 7 de julho de 2013

ZÊNITE


Veredas

Esvaziei-me dos pesos do amar.

Cansei-me de tanto mendigar.

Se me amedrontei, agora ei de aventurar.

Correrei descalço pela relva,

Mergulharei no escuro mar!

 

Meu passado foi de se apegar,

Meu sonho era confiar...

Tanto quis realizar...

Fiz de tudo até quase parar.

 

Aprendi uma lei diferente,

Do tipo que o sangue sente,

Maior e forte como o sol no zênite.

Quem me confidenciou foi o Destino:

 -Corra riscos, corra riscos, siga vários caminhos!

 

O medo que me ligava as tuas mãos...

Partiu contigo e abriu caminhos,

Agora vou, sem expectativa de abrigo;

Prefiro expor-me a incerteza,

Que retroceder pela esperança que seja!

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